sábado, 26 de dezembro de 2009

O Fim da Eternidade

Histórias envolvendo viagens no Tempo são comuns em ficção científica; um assunto que faz parte do imaginário humano há alguns séculos. De minha parte, não me lembro exatamente qual foi a primeira história deste tipo que li, mas lembro que li A Máquina do Tempo de H. G. Wells apenas depois de assistir ao famoso filme dos anos 80 De Volta Para o Futuro e e de ler a clássica história dos X-Men entitulada Dias de um Futuro Esquecido, de Chris Claremont e John Byrne, lançada nas edições #141 e #142 da revista Uncanny X-Men em 1981, cujas repercussões podem ser sentidas até hoje no universo mutante da Marvel.

Como visto, sempre gostei de histórias Time Travel, e ao longo dos anos li tanto bons trabalhos como alguns "polêmicos", por assim dizer, como o primeiro volume da série Operação Cavalo de Tróia. Contudo, agora há pouco acabei de ler um livro que estou considerando no momento como "o livro" sci-fi em matéria de viagens no Tempo, o melhor sobre o assunto que já li; um trabalho que não poderia ter sido feito senão pelo grande mestre de ficção científica em todos os tempos, Isaac Asimov.

Achei O Fim da Eternidade, de Isaac Asimov, simplesmente fantástico. Um livro em que o autor, assim como em Eu, Robô, cativa, impressiona e surpreende a cada página com uma narrativa que contem tanto os elementos de mistério inerentes à trama quanto discussões éticas e morais, e as explicações sobre as teorias e paradoxos envolvendo o conceito de viagens no Tempo e no Espaço.

A história gira em torno de um excelente técnico que trabalha em uma organização chamada Eternidade, responsável por supervisionar e interferir no Espaço / Tempo, calculando e introduzindo mudanças mínimas necessárias para garantir o que consideram a máxima resposta satisfatória para o bem da humanidade. Logo de cara pode-se perceber que o autor trabalha com a seguinte questão: estaria o ser humano apto para assumir uma função divina? Será que aquilo que ele considera como bom e satisfatório realmente é bom e satisfatório? Esta é uma questão super atual em nosso mundo, cuja resposta, mediante a Palavra de Deus, os cristãos ao longo da História sempre procuraram responder: considerando o Bom de Deus como referência última, nem sempre as pessoas fazem aquilo que realmente é bom (Is. 55:8).

Não quero contar mais detalhes da trama com o medo de estragar a leitura do livro. Fica a minha recomendação de um ótimo trabalho para todos os fãs do gênero de ficção científica. Além disso, para aqueles que se interessaram em comprar o livro, sugiro que o façam logo, haja vista que ele já se encontra esgotado em algumas livrarias. Por enquanto, ele pode ser adquirido aqui, e para aqueles que dominam bem o inglês, existe a opção de comprar a edição americana, aqui.

Parabéns à Editora Aleph pela excelente publicação, e que mais livros do autor sejam lançados no Brasil.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Uma História de Natal

O Rev. Kevin DeYoung, pastor sênior da University Reformed Church nos EUA, publicou uma série de posts em seu blog entitulados A Christmas Story: From the Beginning to the Beginning of the End (em português, Uma História de Natal: Do Início ao Início do Fim), com a proposta de fornecer uma perspectiva do plano e ação de Deus na História humana, desde a Queda até o nascimento, morte e ressurreição de Cristo:

Todo cristão ama a história do Natal [...] É uma história verdadeira. E o Natal é maravilhoso porque não é o início da história. Na realidade, quanto mais se sabe das histórias que levam à História, mais rico, profundo e cativante o Natal será. (tradução livre)

Gostei muito desta série de posts. O texto é em inglês, mas não considero de difícil leitura. Vale a pena conferir.

A Christmas Story está disponível através dos seguintes links:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Feliz Natal a todos. :-)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Este deveria ser um post sobre o Natal

É Natal, a época em que nós cristãos comemoramos simbolicamente o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, o único Caminho que nos leva à Deus (Jo. 14:6), restabelecendo nosso relacionamento com Ele (2 Co. 5:18). É Natal, a época em que nos lembramos como Deus tomou a iniciativa, deu o primeiro passo, forneceu a solução para o nosso problema, ao enviar Seu Filho ao mundo para que Este derrotasse o pecado, a morte e o Diabo na cruz do Calvário.

Desde já, faço votos a todos para que tenham ótimas festas de fim de ano. Desejo a todos um feliz Natal e bom início de novo ano, sob a Graça de Deus; e pensando especialmente naqueles que, mediante problemas particulares quaisquer, não veem muitos motivos para se alegrarem neste Natal, fica a recomendação de alguém que, como vocês, já passou por esta situação, e sabe do que está falando: que a lembrança do nascimento de Jesus Cristo, e seu significado para nossa História humana, traga conforto, alegria e esperança renovada aos seus corações. Lembrem-se que o verdadeiro sentido do Natal não pode ser resumido em festas bonitas, "o bom velhinho", presentes e o consumismo exacerbado desta época do ano, mas tem seu real significado em Cristo.

Este post deveria tratar mais sobre o Natal, mas como o próprio título sugere, não é particularmente sobre este assunto que quero tratar aqui e agora, mas sim compartilhar uma boa experiência que Deus permitiu que acontecesse em minha vida recentemente, e que ainda fala ao meu coração.

Exatamente no final de semana passado fui para Bauru, uma das maiores cidades do interior de São Paulo, onde morei e fiz faculdade anos atrás, visitar um grande amigo, pastor presbiteriano, que muito provavelmente irá se mudar com sua família para outro Estado brasileiro, algo que me deixa muito feliz por eles. Assim sendo, tive a oportunidade de visitar a igreja que ele está pastoreando neste momento, e isso trouxe grande refrigério à minha alma, bem como para a minha esposa.

A igreja evangélica/protestante, especialmente a brasileira, passa por uma fase que traz grande tristeza e desânimo aos nossos corações: os casos de corrupção envolvendo políticos evangélicos, a falta de ética, os escândalos e desvios doutrinários. Junta-se a isso a conduta confusa de alguns lideres de destaque [1], as teologias fracas baseadas em puro pragmatismo mas que aparentemente fazem sucesso, as celebridades evangélicas, que parecem ser mais ouvidas do que a própria Palavra de Deus, e porque também não dizer, o conservadorismo frio e morto de algumas denominações tradicionais.

Não, definitivamente, não é fácil. Contudo, visitar esta igreja trouxe à minha lembrança como Deus ainda conserva um remanescente (1 Rs. 19:18) do Seu povo. Uma igreja que, para os padrões exponenciais atuais, pode não ser muito grande, mas que mesmo assim mostra um grande amor para com o seu pastor, uns com os outros, e com seus visitantes. Tive lá a mesma sensação que tive quando visitei um amigo na Alemanha, com o qual me correspondia na Internet: parecia que já conhecia a todos há muito tempo. Uma igreja que não se apóia nos modismos de nossa época, ou em superstições quaisquer, e se preocupa apenas em saber qual a Vontade Deus revelada na Bíblia Sagrada. Uma comunidade que não despreza a riqueza teológica do seu hinário (no caso, presbiteriano) nem os bons cânticos que falam de Deus (e não especificamente de nós mesmos). Além disso, fui testemunha de sua mais recente vitória conquistada: saíram de um pequeno salão para um templo recém construído, fruto da Graça de Deus e do esforço próprio de seus membros. Um lindo e moderno templo cristão, um espaço dedicado exclusivamente ao Senhor e entregue à cidade de Bauru [2].

Graças a Deus pela Igreja Presbiteriana Aliança de Bauru, e pela recente vitória conquistada pelos seus membros; um sonho concretizado. Que comunidades como esta, que prezam tanto o amor quanto a boa doutrina, se multipliquem em nossa terra, e que nós cristãos também não nos esqueçamos que Deus ainda age em favor do Seu Povo; os maus que abusam de Sua Palavra ainda provarão de Sua Justiça.

Graças a Deus também pelos bons irmãos em Cristo que Deus colocou em minha vida ao longo dos anos [3], em todas as cidades por onde morei, ou que conheci em primeiro lugar via Internet. Posso não concordar inteiramente com todos eles, mas são pessoas de grandes qualidades e fé em Deus.

À todos, novamente, um feliz Natal.

[1] Recentemente também vi como Philip Yancey, proeminente escritor cristão e autor de um livro que gosto muito, anda um pouco confuso sobre alguns assuntos. Espero que Deus fortaleça suas convicções.

[2] De minha parte, concordo 100% com meus irmãos protestantes que adoram o Senhor em Espírito e em verdade (Jo. 4:23), em qualquer lugar, seja ao ar livre, salões, em casa, wherever. Contudo, isso não significa que desprezo o conceito de templos cristãos, e sendo sincero, gosto muito de alguns templos católicos, com sua arquitetura e arte eclesiástica. O fato é que simplesmente minha fé não depende disso.

[3] Assim como as outras boas pessoas, não necessariamente cristãs, mas que me enriqueceram muito. O contexto deste post é sobre o Cristianismo, mas fica o registro.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Pensamentos em tempos de tempestade

Esta semana recebi a triste notícia de que a residência de uma pessoa que conheço foi assaltada, sendo que os ladrões levaram quase tudo que possuia em sua casa. Ao saber desta notícia, lembrei-me imediatamente como a minha família também teve que passar duas vezes por esta experiência ruim, uma quando eu era criança em São Paulo, e outra quando era adolescente no interior de São Paulo. Em ambos os momentos, mesmo em meio à toda a tristeza, revolta e o choque por ver o fruto do trabalho suado sendo levado embora por malfeitores, conseguimos parar e refletir nas coisas que importam em nossas vidas. Para nós, ter esta perspectiva correta da vida sempre foi importante, especialmente em momentos como este.

Falar sobre o tema do sofrimento sempre é complicado, mas eu acredito que ele também pode servir de mecanismo que nos faz crescer e amadurecer, sairmos do lugar e mudarmos o rumo de nossas vidas. Haja vista que muitas vezes representa o único meio pelo qual algumas pessoas se aproximam de Deus. Recentemente saí de um grande período de sofrimento, terrível, depressivo e angustiante, um verdadeiro "filme de horror" onde cheguei a questionar os propósitos de Deus, mas não posso negar que também amadureci ao longo deste tempo: minha fé Nele se fortaleceu, pois nunca deixou de dar provas que estava neste "vale da sombra da morte" (Sl. 23:4) que eu e minha família estávamos passando; minha esperança e confiança nas promessas bíblicas foram renovadas, e aprendi a ser grato por coisas que antes não dava atenção. Houve mudança.

Na época destes dois assaltos à minha casa, lembro-me da minha mãe falando comigo e com a minha irmã que, apesar de Deus ter permitido com que nossa residência fosse assaltada, Ele havia protegido a todos nós, pois não estávamos em casa quando os assaltos haviam acontecido (especialmente na segunda vez quando meus pais já deveriam estar em casa). Nossos bens podiam ter sido tocados, mas nós não. Lembro-me destes episódios, pensando como nesta simples explicação ela havia ensinado implicitamente algumas lições importantes para mim até hoje:

1. Deus está no controle de todas as coisas, nada escapa à Sua vista, mesmo quando Ele permite que o mal aconteça (ver livro de Jó).

2. Considerando a história de Abel, filho de Adão e Eva, assassinado pelo irmão invejoso (Gn. 4:8), podemos ver como desde que o mundo é mundo pessoas boas estão sujeitas à algum tipo de violência.

3. Segundo motivos que somente Lhe pertencem, Ele livra Seus servos dos perigos enquanto outros chama para junto de Si. Podemos não entender sempres Seus propósitos, mas em todos os casos Seu Nome deve ser exaltado, pois Ele não é uma força impessoal amoral como alguns pensam. Deus é uma Pessoa, e Ele é Bom (Sl. 73:1; Mc. 10:18).

4. Nossa esperança, segurança, confiança e alegria deve ser depositada somente Nele. Isso não significa dizer que não podemos ter bens, frutos do nosso trabalho honesto, que ajudam em nosso cotidiano ou nos dão prazer. Ou que não devemos tomar remédios contra doenças, ou fazer seguros contra assaltos, ou coisas do tipo. Significa que devemos ter a perpectiva correta de que todas estas bençãos provêm Dele, que sem Ele nada disso importa, que é Ele quem nos sustenta verdadeiramente (Dt. 8:3), e que devemos antes de tudo nos preocuparmos em acumular tesouros no céu (Mt. 6:20). Nenhuma outra coisa ou pessoa deve ocupar o lugar que só pertence a Ele em nossos corações.

Outro ensinamento também transmitido, mais geralmente aceito (já que nem todos creem em Deus), e que pode ser incrivelmente não tão óbvio para alguns (doidos), foi que:

5. Somos infinitamente mais importantes do que nossos bens.

Em períodos onde nossa fé é provada, em momentos de dor quando não conseguimos ver o sentido das coisas, quando percebemos o quão fracos e limitados somos como seres humanos, ter a perspectiva correta das coisas é importante, e às vezes um desafio. Mas mesmo que sintamos um silêncio da parte de Deus, devemos sempre nos lembrarmos de quem Ele é, um Deus que se compadece e com o qual também nos identificamos no sofrimento: entregou Seu próprio Filho à morte por amor a nós (Jo. 3:16), sendo que Jesus, Homem, é o Cristo, chamado de Emanuel, que significa "Deus conosco" e não "Deus longe", e também lidou com os problemas que nós enfrentamos, como perda (Jo. 11:34-35), preconceito (Jo. 1:46, 7:52), tristeza profunda (Lc. 22:44), injustiça e violência (Mc. 15:19; Jo 19:2), ao ponto de também perguntar: "Deus meu, por que me desamparaste?" (Mc. 15:34).

Em tempos de tempestade, o apóstolo Paulo relembra que:

E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. (Romanos 5:3-4)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Final Crisis: Legion of 3 Worlds

Após o fim da megassaga Crise nas Infinitas Terras, as origens dos principais personagens da DC Comics foram reformuladas, e dentre elas a de seu maior herói, o Superman, sob as mãos de John Byrne. Dentre outras, uma das mudanças planejadas e concretizadas neste nova origem do Homem de Aço foi o fato de Clark Kent nunca ter sido o Superboy, sendo que nesta continuidade pós-Crise ele teria se tornado o super-herói que todos conhecem apenas quando adulto, após mudar-se para Metrópolis.

De cara, isso já trazia um grande problema: a inspiração para a formação da tradicionalíssima equipe Legião dos Super-Heróis, inicialmente composta por adolescentes do século 30, era justamente o Superboy, que aliás, também era membro do grupo, participando de suas maiores aventuras. Sendo assim, sem o Superboy, sem Legião. Segundo relato do próprio Byrne (vide aqui), ele chegou a levantar a questão durante a fase de planejamento da nova origem do Superman, mas mesmo assim o problema foi percebido apenas tarde demais, quando o projeto de reformulação já havia sido iniciado.

Este foi, segundo a minha opinião, o estopim inicial que levou à continuidade confusa da equipe durante todos estes anos. Primeiro, inventaram uma maneira de dizer que o Superboy que todos na equipe conheciam e amavam na verdade vinha de um pocket universe criado por um vilão, e não o universo da cronologia oficial onde o Superman e todos os outros heróis viviam [1]. Depois, escreveram uma história [2] onde o passado da Legião era reescrito retroativamente na continuidade, tirando qualquer menção ao Superboy e Supergirl e tornando o personagem Lar Gand, mais conhecido como Mon-El, como a grande inspiração para a formação do grupo, devido às suas aventuras no século 20 sob o nome de Valor. Se isso não bastasse, novas alterações na continuidade temporal do Universo DC introduzidas com os eventos Zero Hora e Crise Infinita originaram duas novas formações da Legião dos Super-Heróis, cada uma delas com origens e cronologias diferentes: eram os famosos reboots.

Em resumo: a história da Legião tornou-se uma incrível confusão editorial. Mesmo para os leitores mais experientes, entender a história da equipe ao longo dos anos era uma tarefa nada simples, e de certa forma havia se tornado um impeditivo para começar a acompanhar suas aventuras.

Nos últimos anos, a DC tem cada vez mais revivido elementos da chamada Era de Prata dos quadrinhos em seu Universo, e em meio à esta tendência, a Legião dos Super-Heróis clássica e original foi trazida de volta [3], juntamente com a premissa de que Clark Kent participou quando adolescente de suas aventuras como Superboy no século 30/31; o grande de erro de anos atrás estava finalmente sendo desfeito. Contudo, seguindo o novo conceito de Multiverso DC, as histórias das outras duas Legiões criadas através dos reboots não foram descartadas; elas também faziam parte da cronologia oficial, considerando que suas aventuras ocorriam em outras Terras paralelas.

A fim de amarrar todas estas pontas soltas, eis que entram em cena Geoff Johns, atualmente considerado o escritor mais importante da DC Comics, juntamente com o mestre George Perez, e produzem uma minissérie teoricamente atrelada ao evento Crise Final chamada Final Crisis: Legion of 3 Worlds. O "teoricamente" anterior deve-se ao fato de que a única ligação que esta minissérie tem com o evento Crise Final é o título, pois a história em si é totalmente independente da saga, o que para mim é bom, pois até agora não consegui gostar nem me interessar por ela [4].

De qualquer forma, a união de dois grandes nomes do mundo dos quadrinhos para produzir uma história épica da Legião dos Super-Heróis é para deixar qualquer fã babando. E o resultado, pelo menos para mim, ficou espetacular.

Como o próprio nome já sugere, a história reúne as 3 Legiões que, juntamente com o Superman, precisam derrotar os maiores super-vilões do século 31 reunidos sob o comando do maníaco Superboy Prime: é a Crise do Século 31. A arte de Perez, mestre em desenhar vários personagens em uma mesma cena, e o enredo básico mas com qualidade de Geoff Johns (sempre ele!!!) resultou em uma história em quadrinhos sci-fi maravilhosa: um ritmo alucinado de heróis contra vilões, explicações pseudo-científicas malucas envolvendo universos paralelos e viagens no tempo (incluindo o fim dos tempos), ressurreições birutas de personagens importantes, e um final que julguei super criativo. É uma doideira total, mas que doideira boa!

Recomendo Final Crisis: Legion of 3 Worlds para todos aqueles que gostam de quadrinhos de super-heróis, e não só para aqueles que são fãs do grupo. Mesmo com todos os problemas de continuidade que a equipe sofreu ao longo dos anos, a aventura é de assimilação relativamente fácil (ao contrário da Crise Final em si), e a diversão garantida. Uma ótima porta de entrada para quem quiser agora acompanhar as aventuras da Legião.

A Panini Comics está publicando atualmente esta minissérie nas páginas da revista Superman & Batman, à partir do número 52. Para quem quiser, como eu, encarar a leitura em inglês, um volume encadernado capa-dura pode ser adquirido aqui.

Long live the Legion.

Foto: da esquerda para a direita, Saturn Girl, Lightning Lad, Cosmic Boy e Geoff Johns no episódio Legion da oitava temporada de Smallville.

[1] Legion of Super-Heroes #37-38 (volume 3), Superman #8 (volume 2) e Action Comics #591.

[2] Legion of Super-Heroes #4 (volume 4).

[3] Durante a Saga do Relâmpago (The Lightning Saga) na revista da Liga da Justiça.

[4] Quem sabe, daqui a alguns anos...